Centro de Excelência para a Redução da Oferta de Drogas Ilícitas

Subsistema de Alerta Rápido sobre Drogas no Brasil lança primeiro informe

O Subsistema de Alerta Rápido Sobre Drogas (SAR) Brasileiro lançará o seu primeiro informe na próxima segunda-feira (31), às 11h, em um evento online. O documento pioneiro traz um panorama sobre as Novas Substâncias Psicoativas (NSP) detectadas em território nacional.

Para acompanhar o lançamento e conhecer o informe, basta acessar este link na data e horário do evento, sem necessidade de inscrição prévia.

Novas Substâncias Psicoativas

As Novas Substâncias Psicoativas (NSP), compostas em sua maioria por drogas sintéticas, são substâncias que não estão sujeitas a controle internacional, ou seja, não estão listadas na Convenção Única de Entorpecentes (1961) e na Convenção sobre Substâncias Psicoativas (1971), mas representam um risco à saúde pública comparável àquelas já controladas.

Ainda que as drogas de origem natural, como a maconha e a cocaína, apresentem a maior prevalência de uso entre a população mundial, o consumo de substâncias sintéticas tem chamado a atenção de autoridades mundiais na última década. Até o mês de agosto de 2021, 1.049 NSP haviam sido identificadas e reportadas ao Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) por 133 países.

Sobre o SAR

Implementado em caráter experimental, o SAR é coordenado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SENAD/MJSP). Por meio do Subsistema, policiais podem ficar mais atentos ao surgimento de novas drogas; peritos podem confirmar a composição química de substâncias apreendidas com maior facilidade; e profissionais da saúde podem receber orientações sobre sintomas e tratamentos para pacientes que tenham consumido essas substâncias, por exemplo.

Além de atuar na identificação, monitoramento, análise e comunicação sobre novas substâncias às autoridades policiais e sanitárias, o SAR também contribuirá para o acompanhamento das atividades do tráfico na comercialização desses entorpecentes.

O informe do SAR foi elaborado com a contribuição da Polícia Federal (PF), por meio do Relatório de Drogas Sintéticas, e do Núcleo de Exames de Entorpecentes (NEE) do Instituto de Criminalística da Superintendência da Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo, em conjunto com o Centro de Excelência para a Redução da Oferta de Drogas Ilícitas (CdE) – projeto piloto fruto de parceria entre a SENAD/MJSP, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o UNODC.

Clique aqui e saiba o que é e como funciona o SAR.

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